Entrevista com Elsio Alberto da A.A Arthur Alvim

Através do professor Márcio do Negritude F.C, o projeto varzeanos chegou a Kuka, presidente da Associação Atlética Arthur Alvim e responsável pela organização da 36º edição da copa Master Arthur Alvim, após um rápido bate-papo fomos convidados a cobrir a competição. Nossa expectativa era de que faríamos a cobertura e nosso contato seria estritamente profissional, porém, para nossa alegria fomos muito bem recebidos desde o primeiro momento em que tivemos nas dependências do “Terremoto Verde”, casa da A.A Arthur Alvim.

Pouco a pouco fomos conhecendo pessoas que além de uma extrema educação, são histórias vivas desse que é um dos maiores times da várzea paulistana, com 80 anos de existência, Alvim, como é chamado por todos que o conhecem, possui uma grande infraestrutura, muita organização e figuras como o seu Elsio, para os mais próximos, Pretinha. Entrevistamos seu Elsio, veja como foi:





Nome completo e profissão?

Elsio Alberto Alves Confessor, vendedor.

Qual seu estado civil e se tiver filhos, quantos são?

Casado, 2 filhos do 1º casamento e o Gabriel do casamento atual, 3 filhos.

Como o senhor é conhecido na várzea?

Pretinha, Preta.

Morador de qual bairro?

Morador atualmente do Kemel II, ex-morador do Jd.Nordeste e Arthur Alvim.

Jogou futebol em quais times e por quanto tempo?

Santa Luzia, Arthur Alvim,e outros times por pouco tempo, passagem rápida pelo Boca Loca e Coimbra.

Em quais posições jogou?

Inicialmente de ponta esquerda, meio campo e zagueiro, mas, tive melhor destaque seguindo orientações dos técnicos que trabalhei, pois desenvolvia mais meu potencial na posições, graças as as características de jogo.

Quais eram suas principais características jogando?

Leveza, rapidez, boa antecipação e boas saídas de jogo, por isso o potencial pra lateral esquerdo.

Elsio, primeiro agachado da esquerda para a direita

Se já ganhou títulos, qual foi o mais marcante?

Não chegou a ganhar títulos de expressão como uma copa Kaiser, mais chegou a 2 finais em campeonatos locais nos anos 90.

Quais diferenças você vê da várzea antiga, para os tempos atuais?

Antigamente, se jogava na comunidade e para comunidade, mesmo que o jogador ganhasse para jogar em um ou dois tempos por outra agremiação, quando o time da comunidade que o jogador defendia, jogava, o time local era a prioridade, no intuito de fortalecer a tradição do time. Hoje em dia por causa do dinheiro pago por outros clubes, muitos jogadores preferem ganhar dinheiro fora, do que fortalecer a agremiação local e sua tradição no bairro, lembrando que isso acontece muito e em todas as comunidades. A várzea virou praticamente um comércio.

Como é pra você ter sua história ligada ao Alvim que é um dos times mais tradicionais da várzea paulistana?

A minha história com o Alvim, começa na época que eu jogava no Santa Luzia, time que o sr.Kuka(presidente do A.A Arthur Alvim) e seu pai tinham muita ligação, lá os conheci junto com alguns companheiros de time que eu joguei na época em que entrei no A.A.Arthur Alvim, alguns deles jogam no “raxão” de domingo, a convite dos mesmos e pela forte amizade e consideração do pai do sr.Kuka, acabei vindo para o A.A.Arthur Alvim, onde estou até hoje, os amigos do “raxão” que também me convidaram na época eram o Douglas, Duti, Ismael, entre outros. Na época formávamos um time muito bom.

Qual mensagem quer passar para os seus amigos, familiares e companheiros de Alvim?

A mensagem que eu deixo pra minha família é que Deus abençoe minha família, e quanto aos amigos que também são família, também desejo que Deus os abençoe hoje e sempre,por que o A.A.Arthur Alvin é uma família e eu sou muito feliz por fazer parte e que com muita felicidade possamos estar sempre juntos.

Pra vocês do site A VÁRZEA que Deus os abençoe, parabéns pelo trabalho de vocês e continuem assim, obrigado
pela entrevista.




Roger Marques

Redator do site www.avarzea.com.br e colunista do site www.spfc24horas.com.br

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